Falar para o micro… nunca pensei que fosse tão difícil perder esta pronúncia vila-realense, ler com a voz colocada e no tom certo.
Um dia inteiro dentro de uma salinha a ler peças de outros jornalistas, ouvir a minha voz, ouvir a peça… isto o dia todo e no fim o resultado pouco ou nada melhorou.
A minha auto-estima anda lá no fundinho, estou a precisar dos miminhos da mãe, da doa disposição dos amigos, do ar do norte, da energia que Vila Real me transmite.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
Quero-te ver
Ouvi o teu nome, o meu coração bateu mais forte, a vontade de te ver voltou.
Saber qual vai ser a reacção quando nos cruzarmos. Saber novidades tuas, como anda a tua vida. Contar as minhas coisas e o que me vai na alma.
Até quando vai ser assim? Quando vai chegar o dia em que tudo isto passou? Quando vais sair da minha vida definitivamente… e o mais incrível de tudo é que não sei se quero que saias, não sei se te quero ver fora do meu mundo.
Saber qual vai ser a reacção quando nos cruzarmos. Saber novidades tuas, como anda a tua vida. Contar as minhas coisas e o que me vai na alma.
Até quando vai ser assim? Quando vai chegar o dia em que tudo isto passou? Quando vais sair da minha vida definitivamente… e o mais incrível de tudo é que não sei se quero que saias, não sei se te quero ver fora do meu mundo.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
E quem tinha razão quem era???
Pois é, ela já está a trabalhar lá e eu estou assim muito feliz porque ela merece.
E claro agora já não moro sozinha, deixei de falar com as paredes, com a televisão e com as panelas. Agora é tempo de escaldões gigantes que me deixam sem dormir e sem disposição para trabalhar. É verdade mas me consigo mexer, e estou muito preocupada com o meu estado.
Esta foi a primeira e última vez que uma coisa destas aconteceu. No próximo fim-de-semana há mais praia mas desta vez com muito protector solar e chapéu na cabeça. Não quero ficar outra vez com a sensação de que se pode grelhar um bife nas minhas costas ou barriga de tão quentes que estão.
E claro agora já não moro sozinha, deixei de falar com as paredes, com a televisão e com as panelas. Agora é tempo de escaldões gigantes que me deixam sem dormir e sem disposição para trabalhar. É verdade mas me consigo mexer, e estou muito preocupada com o meu estado.
Esta foi a primeira e última vez que uma coisa destas aconteceu. No próximo fim-de-semana há mais praia mas desta vez com muito protector solar e chapéu na cabeça. Não quero ficar outra vez com a sensação de que se pode grelhar um bife nas minhas costas ou barriga de tão quentes que estão.
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