quarta-feira, 6 de agosto de 2008

sentimento...

Sinto a tua falta. Tenho vontade de te ver, de te abraçar, de andar contigo de mão dada, pelo meio do nada, sem medos nem preocupações. Sem pensar no amanha, no que poderá ou não vir, na incerteza do futuro.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Emoções fortes

A sexta-feira chegou e a viagem até à bilinha também, cinco horas dentro de um autocarro. Ansiedade de chegar, de te ver e o mais estranho de tudo, foste a primeira pessoa que vi assim que pus o pé na terrinha.
Olhei-te de lado, o coração bateu mais forte, a emoção de voltar a casa depois de duas semanas e meia ausente tomou conta de mim.
O abraço apertado e sentido da minha Kika, os seus beijinhos, as conversas infindáveis com familiares e amigos, que rodam todas à volta do mesmo: estágio, sic, perspectivas de trabalho, futuro.
A felicidade de estar de novo em casa, perto da família, amigos e conhecidos. Com a aldeia cheia de gente, os imigrantes invadiram o recinto da festa, percebi que já não conheço metade daquela gente (gente que só vem a Portugal uma vez por ano e quando vem).
A meio da noite… o inesperado, nunca um “olá senhora jornalista, estás boa?” me deixou tão perplexa e feliz.
“Já tinhas idade para ter juízo” disse-me uma prima com12 anos. Sim, é verdade mas há coisas que não conseguimos controlar, sentimentos que não conseguimos esconder.
E foi magico, como é de todas as vezes que estamos juntos. Um simples cruzar de olhares, um sorriso rápido, um inocente beijo na bochecha e um abraço apertado, tudo coisas simples mas intensas que denunciam toda a cumplicidade que existe entre nós.
Este fim-de-semana foi, sem dúvida, rico em emoções fortes.